O meu maior prazer na vida, é ver o meu Arranco desfilar!!        

G.R.E.S. ARRANCO

 

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  BREVE HISTÓRICO

 

  O primeiro desfile do antigo bloco de sujos, Sociedade Recreativa Carnavalesca Arranco, foi organizado em 1965 (antes o Bloco desfilava pelas ruas do Engenho de Dentro) na Praça Onze, passando a desfilar no primeiro grupo da Federação dos Blocos Carnavalescos da Cidade do Rio de Janeiro até a sua transformação em Escola de samba.  Onde o Bloco passava “arrancava” as pessoas de suas casas e era uma grande feita uma grande festa.

  Em Março de 1973, os dirigentes decidem transformar esse bloco de maior sucesso da época em Escola de Samba.  

  A imprensa não gostou da atitude dos dirigentes em transformar o famoso Bloco em Escola de Samba. Muitas pessoas diziam que essa transformação não seria uma boa para a Agremiação.

  A vitoriosa Portela,  era madrinha do bloco, e, como a cores da Portela são  azul e branca, o Arranco adotou essas cores e adotou o “primo” da águia, que é o símbolo da Portela, o Falcão para ser o símbolo da Escola.

  No seu primeiro ano de desfile, em 1974, o Arranco apresentou o enredo “Estrela Dalva” e ficou com a sétima colocação.

  Logo em seu segundo ano de desfile, o Arranco ganha o seu primeiro título, o título do Grupo 3 com o enredo “Ajuim-obá” e surpreende a imprensa que era contra a sua criação.

  Dois anos depois, em 1977, o Arranco é segundo colocado do Grupo 2, atual Grupo A, e ganha o direito de desfilar, logo em seu 4º ano de existência, entre as principais escolas do carnaval do Rio de Janeiro.

  Nesse mesmo ano, o Arranco ganha o seu primeiro prêmio, o cobiçado Estandarte de ouro. O prêmio foi pelo melhor samba do Grupo 2, que apresentou o enredo: “Logun Edé, o príncipe do Efan”.

  Em 78, com o enredo “Sonho infantil” o Arranco abre o desfile do Grupo 1, atual Especial, desfila razoavelmente bem, mas o Arranco foi rebaixado. Nesse mesmo ano o Arranco ganha o seu segundo Estandarte de Ouro, que vai para Jorge Pica-pau, ritmista da escola, como Revelação.

  No ano seguinte, novamente desfilando pelo Grupo 2, o Arranco luta pela volta ao Grupo 1 e fica com a 4ª colocação. O direito de desfilar novamente entre as grandes viria em 80, quando o Arranco outra vez fica em 2º, pela primeira vez uma escola vice-campeã do acesso não subiu para o Especial. 

  Sempre brigando pela vaga no Grupo 1, o Arranco viu, em 1982, o sonho virar pesadelo. A Escola fica em 11º lugar e é rebaixada ao Grupo 2A. Seguro de que conseguiria dar a volta por cima, os “Arranquistas” , como são carinhosamente chamados os torcedores do Arranco, foram à luta e em 1984 a Escola consagra-se a campeã com o enredo “As aves que aqui gorjeiam” e volta ao Grupo 1B (Grupo de Acesso).

  Após esse título, o Arranco sempre ficou entre as seis primeiras colocadas e em 1988, com o enredo “Pra ver a banda passar” o Arranco consagra-se campeão do Grupo 2 (Grupo 1B) e adquiri, mais uma vez, o direito de desfilar entre as grandes em 1989, depois de 11 anos.

  Em 1989, o Arranco abre o desfile do Grupo 1A, atual Grupo Especial, fazendo um desfile empolgante e de alto nível, com o enredo ”Quem vai querer?”, que o Arranco considera o melhor samba de sua história, mas não contava com os bons desfiles daquele ano e é rebaixado novamente. Como consolação, o Arranco ganha o seu terceiro Estandarte de Ouro, que foi para o Melhor Passista masculino, Café.

  O Arranco, por diversas vezes esteve bem perto do título do Grupo A. Porém em 1995 o Arranco não se apresenta bem e é rebaixado para o Grupo B.

  No ano seguinte, com o enredo “Ser Brasil, ser brasileiro”, o Arranco é campeão do Grupo B e ganha o direito de participar entre as aspirantes a uma vaga no Grupo Especial.

  Em 97, a escola chega como uma das favoritas para ascender ao Grupo Especial e não decepciona, faz um dos melhores desfiles da noite. Todos davam certa à volta do Arranco ao Grupo Especial, mas, infelizmente, o Arranco foi rebaixado para o Grupo B.

  Desde então, o Arranco, que sempre ficou entre as 7 primeiras colocadas, não conseguiu subir para o Acesso A. Mas sempre como uma das favoritas, o Arranco sempre se apresentou bem e em 2000 ganha 2 prêmios S@mba Net, prêmio entregue aos melhores dos Grupos A e B. O prêmio de Melhor Ala de Baianas e Melhor Comissão de Frente.

  Em 2001 com o enredo “Oh! Que saudades que eu tenho”, do carnavalesco Paulo Barros, que hoje é um carnavalesco disputado pelas escolas do Especial, fez um desfile leve e alegre e ficou com a 4ª colocação. Mais uma vez o Arranco ganhou 2 prêmios S@mba Net: melhor Conjunto de Fantasias e, confirmando,  a melhor Comissão de Frente do Grupo B.

  A mesma colocação se repetiu no desfile de 2002, quando o Arranco homenageou a Feira de São Cristóvão, uma homenagem inédita no carnaval.

  Em 2003 o Arranco trouxe para a Sapucaí o enredo "Saravá! Negritude, Saravá!" do carnavalesco Antônio Sérgio. Até a abertura dos dois últimos envelopes, o Arranco estava na segunda colocação, mas, abertos essas notas, o Arranco terminou o carnaval na 6ª colocação. Em 2003 o Arranco ganhou mais um prêmio S@mba Net: Melhor ala de baianas do Grupo B.

   No ano seguinte, o Arranco não faz um bom desfile e acaba ficando na 8ª colocação.

   Com um desfile belíssimo o Arranco se credenciou em 2005 para disputa por uma vaga no Acesso A. Reeditando "Quem vai querer?" e com uma disputa ponto-a-ponto o Arranco perde no desempate e garante o vice-campeonato, ascendendo assim, ao Grupo A.

   O Arranco retorna ao acesso A com um belo samba, vencedor de todos os prêmios possíveis, inclusive o Estandarte de Ouro e o S@mba Net, representando o enredo "Gueledés, o retrato da alma", onde permaneceu no Grupo A, ficando na 7ª colocação.